
Aliás, por falar em alimentos industrializados, eles estão com os dias contados nas cantinas das escolas das redes pública e privada de ensino no Brasil. Um projeto de lei tramita pelo Senado exigindo que somente alimentos preparados de forma balanceada, ou seja, com orientação de nutriocionistas, poderão ser comercializados para as crianças no ambiente escolar. É o que todos os pais e educadores devem querer para a formação de pessoas saudáveis e com uma educação alimentar adequada para toda a vida. Quem não sabe que uma boa alimentação é capaz de nos dar maiores condições de driblar doenças e ainda ser mais feliz? Comer bem é um ato de amor próprio. Alimentar bem, é uma forma de dar amor. Um dia eu estava num almoço de trabalho e, com essa minha espontaneidade que Deus me deu, deixei escapar uma de minhas teorias sobre o assunto: - As toxinas entristecem. Disparei, querendo argumentar sobre o fato de atualmente limitar a ingestão de carne vermelha, frango ou suína, a uma vez por semana no meu cardápio, assim como o bom vinho ou a cerveja de trigo, que eu adoro. Arranquei risadas e acho que desagradei a alguns. Pedi desculpa, afinal cada um vive e se alimenta como bem entende. Mas que a minha mudança de diversos hábitos me faz sentir mais leve, alegre, bonita e bem disposta, é fato. Até minha tagarelice diminuiu, o que mostra que meu nível de ansiedade caiu consideravelmente. Ai, peraí, deixa eu correr lá que o Jamie vai finalizar o plat du jour. E o Senado que conclua a tramitação aprovando logo a lei. Faz pelo menos uns nove anos que acompanho a batalha sobre alimentação e escolas, mídia e influência na saúde de crianças e adolescentes no mundo e, por aqui, a lista de projetos só aumenta lá no Congresso.